segunda-feira, 15 de agosto de 2011

É possível mudar o curso do rio São Francisco para acabar com a seca?


Dá, sim, para desviar rumo ao sertão o curso do mais importante rio do Nordeste. Agora, nem todo mundo concorda que isso resolveria o problema da seca. Até agora, o que existe de concreto é um projeto, apresentado em 1996, que prevê a construção de mais de 600 quilômetros de canais, túneis, aquedutos e adutoras para levar a água do São Francisco às regiões semi-áridas de Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte. Com um custo estimado em 3 bilhões de reais em 1999, essa megaobra deve tomar cerca de 65 metros cúbicos de água por segundo do rio, menos de 3% de sua vazão. "É uma retirada irrelevante", afirma o engenheiro João Paulo de Aguiar, da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), órgão responsável pela geração de energia no Nordeste. A expectativa é que será possível matar a sede de cerca de 6 milhões de sertanejos. Mas a maioria dos especialistas não é tão otimista. "Hoje, famílias que moram a 10 quilômetros das margens do São Francisco já sofrem nas estiagens.

Isso vai continuar acontecendo na área dos rios perenizados pela transposição", diz João Paulo. Para os críticos, a solução está em aproveitar melhor a água que já existe na região. "Represas e açudes do sertão já possuem 30 milhões de metros cúbicos de água. É o maior volume em regiões semi-áridas no mundo todo. Em outras áreas, dá para construir milhões de cisternas rurais, reservatórios de água que conseguem suprir as necessidades de uma família de cinco pessoas durante a estiagem", diz o engenheiro João Suassuna, da Fundação Joaquim Nabuco, entidade que estuda problemas sociais das regiões Norte e Nordeste.

Mergulhe nessa
 
Na internet:
 
www.chesf.gov.br

www.rio.saofrancisco.nom.br

Leia a matéria completa aqui.

                                                                                                                                                                                                                      Exército Verde

Que animais ainda são usados para fazer casacos de pele?


Desde focas e chinchilas até raposas e linces, milhões de animais são mortos todos os anos para a confecção de casacos de pele no mundo. Só na França são abatidos 70 milhões de coelhos por ano para esse fim. Mas a indústria dos casacos de luxo é alvo de críticas. Para as organizações de defesa dos animais, mais do que injustificada - há tecidos sintéticos e naturais que cumprem a função -, a atividade é extremamente cruel. O sofrimento já começaria na captura do bicho, que pena nas mãos dos caçadores - as focas, por exemplo, são mortas a pauladas na cabeça, para não danificar a pele. Mesmo quando criados em cativeiro, os animais viveriam em condições degradantes e padeceriam horrores na hora de extrair a pele. Os produtores, por sua vez, contestam o que chamam de sensacionalismo das entidades. "No caso da chinchila, a morte ocorre pelo destroncamento de uma das vértebras cervicais. É um processo indolor, sem sangue ou sofrimento", diz Carlos Perez, presidente da Associação dos Criadores de Chinchila Lanífera (Achila). Para os defensores dos bichos, porém, a crueldade fica óbvia quando se leva em conta que, ao contrário do que rola com vacas e frangos - mortos para alimentar pessoas -, no caso da indústria da moda os animais são sacrificados apenas para alimentar a vaidade alheia.

MORTO PARA VESTIR
 
Confira o polêmico passo-a-passo da confecção de um casacão de madame
 
1. Os animais usados para fazer casacos de pele podem ser criados em cativeiro (como chinchilas, coelhos e martas) ou ser caçados em seu habitat (como focas, ursos e lontras). O abate rola quando o bicho atinge a maturidade e ocorre sempre no inverno, quando o pelo é mais longo, brilhante e abundante

2. Há vários modos de abater o bicho. Eles podem ser mortos a pauladas, ser estrangulados - método indolor, segundo os produtores - ou, entre outras técnicas para resguardar a pele, ser eletrocutados com a introdução no ânus de ferramentas que fritam os órgãos internos

3. Depois que o animal é morto, é hora de extrair sua pele. Há várias formas de escalpelá-lo, algumas mais profissionais e outras rudimentares e violentas

Profissional
 
a. Nas fazendas de criação de chinchilas, faz-se um pequeno corte no lábio inferior do animal e outro próximo ao órgão genital

b. Em seguida, é introduzida uma vareta de ferro de um ponto a outro. Ela funciona como um suporte-guia para o corte

c. Com um bisturi, se desprega a pele do animal, evitando danificá-la. Quanto mais intacto o couro, maior o seu valor de mercado

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                                                                                                                                                                                                                    Exército Verde

Qual país tem mais florestas?



Se a gente considerar o critério de área total, a campeã é a Rússia. A terra da vodca tem 8,5 milhões de km2 de florestas, 22% da área verde de todo o mundo, o equivalente ao território do Brasil. As formações vegetais que predominam por lá são as florestas boreais, típicas de clima temperado e formadas principalmente por árvores adaptadas ao frio, como os pinheiros. No ranking de florestas, nosso país fica em segundo lugar. Se restringirmos a lista às florestas tropicais, pulamos pra primeirão. Devemos isso à floresta Amazônica, a maior floresta tropical do planeta, com 3 milhões de km2 de área. Agora, se a gente pegar o país que tem a maior porcentagem de seu território coberto por florestas, o caneco verde vai para o Suriname. Nada menos que 90% do país ainda tem cobertura vegetal - no Brasil esse índice é de 63%. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), as florestas representam 30% do território mundial. Desse total, cerca de 36% são florestas primárias - vegetação com mais de 8 mil anos de idade que ainda não foi modificada pelo homem. Metade das florestas primárias que existiam no planeta já foi destruída. A devastação é mais violenta na Europa Ocidental, que já perdeu 99,7% de sua cobertura florestal original.

Sinal verde - Ranking dos países
Mesmo devastada, mata brasileira ainda é a segunda maior do planeta.
 
1. Rússia
Área de florestas (em milhões de km2) - 8,51
% do país - 49%

2. Brasil
Área de florestas (em milhões de km2) - 5,44
% do país - 63%

3. Canadá
Área de florestas (em milhões de km2) - 2,45
% do país - 24%

4. Estados Unidos
Área de florestas (em milhões de km2) - 2,26
% do país - 23%

5. China
Área de florestas (em milhões de km2) - 1,63
% do país - 17%

6. Austrália
Área de florestas (em milhões de km2) - 1,54
% do país - 20%

7. Congo
Área de florestas (em milhões de km2) - 1,35
% do país - 57%

8. Indonésia Área de florestas (em milhões de km2) - 1,04
% do país - 54%

9. Angola
Área de florestas (em milhões de km2) - 0,69
% do país - 55%

10. Peru
Área de florestas (em milhões de km2) - 0,65
% do país - 50%

Fonte.

                                                                                                                                                                                                                         Exército Verde

Discurso de Severn Suzuki na ECO 92


Severn Suzuki, menina de 13 anos discursa na ECO 92, conferência realizada pela ONU no Rio de Janeiro-RJ.
 Palavras de uma garota que refletem uma realidade atual.

                                                                                                                                                                                                                       Exército Verde

domingo, 14 de agosto de 2011

Para refletir

Queremos saber a opinião de vocês, nossos soldados, sobre o que se passa no planeta hoje. Para isso, separamos uma foto que traz diversas interpretações e queremos saber:  

                       O que está imagem está querendo dizer a você?



                                                                                                                                                                                                                   Exército Verde